Por que os Maçons, via de regra, deixam de frequentar a Loja ?

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Categoria: Destaque Publicado em Domingo, 03 Novembro 2013

Os Maçons, via de regra, deixam de frequentar a Loja, pelas seguintes causas:

1 - Inadaptação ao meio maçônico;
2 - Transferência de residência para outra cidade (Oriente);
3 - Doença prolongada ou falecimento;
4 - Desinteresse motivado por:
a - Rotina;
b - Austeridade excessiva;
c - Discriminação;
d - Influência negativa dos familiares;
e - Ausência nos eventos maçônicos;
f - ostentação;
g – Melindres.

1. ROTINA

A Loja não se atualiza com o progresso, em todas as latitudes:

1.1 - Falta de programação;
1.2 - Desleixo para com o horário das sessões;
1.3 - Sessões prolongadas (espaçosas), sem justa causa;
1.4 - Discussões inúteis;
1.5 - Lamentações e críticas destrutivas;
1.6 - Ausência de um Plano de Ação exequível;
1.7 - Falta de planejamento, quanto a orçamento, ocasionando frequentes "facadas", além da mensalidade e outros tributos já existentes, para finalidades diversas, como rifas, etc.

2. AUSTERIDADE EXCESSIVA


2.1.     Sessões por demais formais e protocolares, onde os mais tímidos se sentem inibidos de participar.


3. FALTA DE INFORMACÃO E DE INSTRUCÃO MACÔNICA


3.1.     Desconhecimento do que vai pelo País e pelo Mundo em matéria de Maçonaria;
3.2.     Desconhecimento do Ritual, da Constituição   do GOB e legislação complementar;
3.3.     Desinteresse pela literatura maçônica e pelas palestras inspiradoras, durante o quarto de hora de estudos, que incutem nos Irmãos, a médio e longo prazo, o verdadeiro amor pela Ordem.

4. DISCRIMINAÇÃO


4.1.     Atenção por parte dos dirigentes da Loja para com alguns, em detrimento de outros, não só em termos de Loja como também em relação às famílias, principalmente nos momentos de infortúnio, quando a solidariedade se fez mais necessária;
4.2.     Formação de grupinhos que geram facções e dificultam o entrosamento e a interação dos novos Irmãos.

5. INFLUÊNCIA NEGATIVA DE FAMILIARES


5.1.     Esposa não simpatizante com a Ordem, concorrendo para desestímulo do Irmão;
5.2.     Filhos ou filhas que fazem dos avós  babás dos netos, enquanto frequentam boates, cinemas ou outras diversões, esquecidos de que a oportunidade dos velhos passa e não volta mais.

6. AUSÊNCIA NOS EVENTOS MAÇÔNICOS


6.1.     Ausência às conferências maçônicas, onde se aprende Maçonaria, recebem-se estímulos, reveem-se velhos amigos e fazem-se novas amizades;
6.2.     Falta de visitas a outras Lojas, para transmitir, receber ou permutar conhecimentos maçônicos.

7. FALTA DE FREQUÊNCIA


7.1.     Sinal  evidente de que o Irmão não se integrou à Maçonaria. Quanto mais falta, mais vontade tem  de faltar às sessões, perdendo, consequentemente, o vínculo com os Irmãos ao desatualizar-se com o que se passa na Loja e atrasar-se com a Tesouraria (...).

8. OSTENTAÇÃO


8.1.     Uso indevido do ambiente maçônico para esnobismo de cultura, posição social, riqueza e promoção pessoal;
8.2.     Pompas e gastos supérfluos nos encontros maçônicos, dentro e fora das Lojas, conflitantes com a pobreza que ronda as nossas comunidades.

9. MELINDRES


9.1.     Suscetibilidade excessiva ou simplesmente complexo de inferioridade  ao colocar o indivíduo aquém daqueles que sobrepujam os pequenos conflitos e elevam a Maçonaria acima dos erros inerentes à pessoa humana.

"O verdadeiro Maçom é  aquele do Grupo "A", ou seja,  não abandona o desafio por motivos fúteis, pelo contrário, é sempre o primeiro a sorrir, o primeiro a estender a mão, o primeiro a perdoar!".

(*) Trabalho adaptado e apresentado pelo Ir Edison Lopes, da Loja "União e Justiça Anapolina" - Oriente de Anápolis-GO, aos participantes do "I Encontro de Maçons da 1ª Zona", realizado em 14 de junho de 1980.

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Caros IIr.'.

Pensamento maçônico internacional, onde diz: - para se unirem basta seguir os rituais centenários da maçonaria e serem verdadeiros maçons.
A Maçonaria somos nós, e ela somente será grande se nós formos pessoalmente grandes. Não esperamos encontrar na maçonaria o que não encontramos dentro de nós mesmos. Nada poderá ser maior do que a soma da grandeza de seus componentes.
(Extraído do livro: Antologia Maçônica de Ambrósio Peters)

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