Maçom Papagaio

Imprimir
Categoria: Você Sabia ? Publicado em Quarta, 20 Dezembro 2017

Achei muito interessante este assunto encontrado no “Grande Dicionário Enciclopédico de Maçonaria” de Nicola Aslan. Na verdade, foi pesquisa feita por ele na Enciclopédia de Mackey. Vou reproduzir da melhor maneira.
Um “Maçom Papagaio”, segundo Mackey, é um maçom com comportamento exotérico, não sendo nunca um maçom com comportamento esotérico (ver PM nº44) o primeiro é um tagarela enquanto o outro é reservado.
Continuando com o descritivo de N.Aslan: o primeiro está sempre pronto para nos dizer tudo o que se refere à Maçonaria. Talvez, igual a ave, sua homônima, fica orgulhoso de sua ciência, estando sempre disposto a exibi-la. Mas, como um papagaio, não faz outra coisa senão repetir o que ouviu “sem a mínima concepção do seu verdadeiro significado”. Possui ciência exotérica e não a ciência esotérica
Continua, na afirmação de que é dever de todo Maçom que se preza estudar o Simbolismo, a História, os mistérios, o Esoterismo, as doutrinas e a Filosofia da Maçonaria. Aqueles que se limitam a decorar o Ritual, as Cerimônias, os sinais de reconhecimento sem penetrar-lhes no conteúdo esotérico, não passam, de acordo com Mackey de Maçons Papagaios.
Complementando, então, com que disse Mestre Mackey, temos: “Outrora, esses Maçons superficiais eram tido em grande consideração pela facilidade com que realizavam as Cerimônias de Recepção, sendo geralmente, designados sob a denominação de “Maçons Brilhantes”. Porém, o progresso da Maçonaria, na qualidade de ciência, requerem hoje alguma coisa a mais do que um simples conhecimento das instruções que servem para a formação do Maçom estudioso”
São por demais numerosos , afirma Mackey, “aqueles que se limitam aos Sinais e às Cerimônias de Iniciação. Limitam-se aí as suas pesquisas. Não aprofundam nem a Filosofia nem os Documentos da Ordem. Parecem não saber que os meios de reconhecimento são tão somente empregados como uma prevenção contra o embuste, e que os Ritos do Cerimonial não possuem qualquer valor sem o Simbolismo, do qual não são outra coisa senão as formas exteriores. Para eles a Maçonaria não tem nervos, nem sentido, nem vida; é uma voz cavernosa que nada diz de compreensível, uma árvore com folhagem esplendida, mas que não carrega um único fruto sequer”.
Fica claro, portanto, a necessidade de estudarmos a Maçonaria, na sua Simbologia, sua História, seus Rituais, etc. Aliás, esse foi o motivo dos artigos terem surgido. Surgiram e se propagaram graças a bondade de IIr. como Egisto Rigoli, Julio Takano e Osvaldo Zago. E a disseminação das mesmas, graças a colaboração dos IIr. Fernando Colacioppo (Rede Colmeia), Marcos Noronha, Grossi e outros.

Ir.'. Alfério Di Giaimo Neto.

Acessos: 331

 

Caros IIr.'.

Pensamento maçônico internacional, onde diz: - para se unirem basta seguir os rituais centenários da maçonaria e serem verdadeiros maçons.
A Maçonaria somos nós, e ela somente será grande se nós formos pessoalmente grandes. Não esperamos encontrar na maçonaria o que não encontramos dentro de nós mesmos. Nada poderá ser maior do que a soma da grandeza de seus componentes.
(Extraído do livro: Antologia Maçônica de Ambrósio Peters)

Online

Temos 21 visitantes e Nenhum membro online