O Avental – parte II

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Categoria: Você Sabia ? Publicado em Domingo, 15 Setembro 2013

Continuando o assunto sobre o “Avental” que é muito extenso e que daria para se escrever muitas páginas, vou complementar, e finalizar, descrevendo mais alguma coisa extraída do livro “O Avental Maçônico” do Ir.:Assis Carvalho da Ed. Maçônica “A TROLHA” Ltda, pags 22 a 25.
“Os Maçons Operativos usavam aventais de couro grosso, facilmente reconhecidos e, posteriormente, foram adotados pelos Maçons Especulativos, como Símbolo, do trabalho manual ou intelectual.
Desse modo, podemos dizer que para os Operativos o Avental era usado como vestuário, ou protetor do vestuário, e para os Especulativos tornou-se o Símbolo do Trabalho. Além de simbolizar isso, o que traz como herança é o fato de seus antigos portadores serem gente do povo, gente trabalhadora, operária.” “Tanto isso é verdade que o próprio codificador do Rito Escocês, Cavaleiro Miguel André de Ramsay, não concordava que a Maçonaria tivesse tão humilde origem. E por ser ela de origem tão chã, tão plebéia, não era possível que Cavalheiros, nobres Cavalheiros, dela fizessem parte, usando aventais tão pobres, tão proletários. Daí, sua tentativa de negar a Origem Operária da Maçonaria, para impingir-lhe uma Origem Nobre, tentando provar que a Maçonaria era de Origem Templária – isto é – sucessora dos Cavaleiros de Jacques de Molay. Eis porque a criação de Graus com nomes pomposos
– Sublime Príncipe Rosa Cruz, Ilustre Cavaleiro Kadosh, Soberano Grande Inspetor Geral e tantos outros. Com a criação desses graus para glorificar a Burguesia, a Elite dominante, foram criados os belos e ricos Aventais, bordados com fios de ouro ou prata, quando não pintados ao vivo por renomados artistas do pincel.
Hoje, todos nós sabemos, sem a menor sombra de dúvidas, que a origem da maçonaria é realmente Operária. Mas, mesmo assim, a evolução do Avental foi enorme.
Seus desenhos, seus símbolos, seus formatos, sofreram grandes transformações – talvez seja o Símbolo que mais transformações tenha sofrido.”

 
 
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

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Caros IIr.'.

Pensamento maçônico internacional, onde diz: - para se unirem basta seguir os rituais centenários da maçonaria e serem verdadeiros maçons.
A Maçonaria somos nós, e ela somente será grande se nós formos pessoalmente grandes. Não esperamos encontrar na maçonaria o que não encontramos dentro de nós mesmos. Nada poderá ser maior do que a soma da grandeza de seus componentes.
(Extraído do livro: Antologia Maçônica de Ambrósio Peters)

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